2 de fevereiro de 2016

Risk Management in US Government Agencies (aligned with ISO 31000)

Since 2015, the White House OMB (Office of Management and Budget) is requiring US agencies to design and implement Enterprise Risk Management (ERM). The requirements are part of the "OMB Circular A 11 Section 270 – Performance and Strategic Reviews".

The international standard ISO 31000:2009, "Risk management – Principles and guidelines", provides principles, framework and a process for managing risk, and it is the core reference in the OMB Circular A 11 Section 270 on ERM.

See the full story here: http://bit.ly/1JUrHVk



27 de janeiro de 2016

QSP 31000:2016 - Norma revisada do QSP para Sistemas de Gestão de Riscos deverá ser publicada em fevereiro

A QSP 31000 é a norma interna de referência do QSP para Sistemas de Gestão de Riscos. Ela foi desenvolvida em 2010 a partir das diretrizes da norma internacional ISO 31000:2009 de Gestão de Riscos e da especificação PAS 99:2006 para Sistemas Integrados de Gestão.

A norma QSP 31000 está sendo revisada, tendo em vista a necessidade de adequá-la à terminologia e a alguns requisitos das novas normas de sistemas de gestão publicadas em 2015, bem como às especificações da PAS 99 - 2ª edição.

A QSP 31000:2016 substituirá a QSP 31000:2010 - Sistemas de Gestão de Riscos – Requisitos e deverá ser publicada pelo QSP no início do próximo mês de fevereiro.

Lembramos que a norma QSP 31000 não é comercializada. Ela está inserida no Sistema Evolutivo QSP de Gestão de Riscos e pode ser utilizada, pelos associados e clientes do QSP, tanto para a implementação das diretrizes da ISO 31000 como para a condução de auditorias de primeira, segunda e terceira partes.


18 de janeiro de 2016

Os riscos que poderão afetar o mundo em 2016

Este é o The Global Risks Report 2016. É a 11ª edição do relatório anual publicado pelo WEF - World Economic Forum (Fórum Econômico Mundial) sobre os riscos mais significativos que podem afetar negativamente as várias regiões do mundo, incluindo o Brasil.





7 de janeiro de 2016

Riscos de Compliance: Empresas investem em prevenção para evitar multas e ações judiciais

Para evitar multas milionárias e reduzir gastos com processos trabalhistas, grandes empresas têm investido em programas de prevenção (compliance) que, em alguns casos, incluem grupos de profissionais especializados para atuar nos moldes do Ministério Público do Trabalho. A estratégia, por exemplo, foi adotada pela JBS, uma das maiores indústrias de alimentos do país, que pretende em cinco anos baixar drasticamente seus custos com demandas trabalhistas.

O grupo realiza visitas surpresa às unidades da companhia. É formado por médicos do trabalho, engenheiros e técnicos de segurança, advogados e ergonomistas. Ao todo são 12 profissionais que se dividem em duas equipes para viajar pelo país. Diretor-executivo de Relações Institucionais da JBS, Francisco de Assis e Silva, diz que os profissionais têm o papel de fiscalizar e fazer correções quando houver irregularidade. O reparo deve ser imediato e, quando não for possível, o prazo para adequação é de 30 dias.

A JBS está na lista das dez maiores empresas com processos em Tribunais Regionais do Trabalho (TRTs) de quatro Estados (Rondônia, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul). A lista foi divulgada em maio pelo Conselho Superior da Justiça do Trabalho e trata de ações da primeira e segunda instâncias até dezembro de 2014.

Os programas de compliance, de uma forma geral, passaram a ser adotados pelas empresas para prevenir atos de corrupção dos empregados com a administração pública. A medida está prevista como um atenuante às pesadas multas da Lei Anticorrupção - 12.846, de 2013. A norma está em vigor desde o ano passado e prevê punições que podem chegar a 20% do faturamento bruto da companhia. Esse foi o ponto de partida para muitas companhias ampliarem os programas da legislação anticorrupção para outros segmentos, entre eles a área trabalhista. "A previsão legal é a mesma, mas o compliance trabalhista está muito mais preocupado em criar mecanismos para o ambiente e as relações entre os funcionários", diz o advogado João Roberto Costa, do Viseu Advogados.

Fonte: Valor Online - Por Adriana Aguiar e Joice Bacelo (07/01/2016)

Conheça o serviço LEGIS QSP de Legislação e Compliance, nas áreas de Meio Ambiente, Segurança e Saúde no Trabalho, Responsabilidade Social e Segurança de Alimentos:




4 de janeiro de 2016

A Gestão de Riscos como parte integrante da gestão global de uma organização

O thought paper apresentado abaixo (em inglês) foi produzido pela IFAC - International Federation of Accountants (Federação Internacional de Contabilistas). Nele, a Gestão de Riscos é posicionada como parte indispensável e integrante da tomada de decisões e subsequente execução, a fim de assegurar, ao Conselho de Administração e à Alta Direção das empresas, que a organização toma as melhores decisões e atinge os seus objetivos.

O documento também:
a) demonstra os benefícios de integrar adequadamente a Gestão de Riscos, incluindo os controles internos, à governança, à administração e às operações de uma organização;
b) fornece idéias e sugestões sobre como tal integração pode ser alcançada; e
c) fornece exemplos práticos de como profissionais da área de contabilidade e finanças podem auxiliar suas organizações nessa integração.

Clique na figura abaixo para visualizar o paper no site da IFAC (é preciso se cadastrar):


Mantenha-se informado sobre as inúmeras aplicações da Gestão de Riscos - ISO 31000 e sobre a Certificação Profissional C31000 - "Certified ISO 31000 Risk Management Professional". Preencha este rápido formulário.

31 de dezembro de 2015

Celebre Conosco 2016

Em 2016, o QSP completará 25 anos! Para começarmos com um grande evento de lançamento de nossa plataforma de EAD (educação a distância), estamos estruturando o 1º QSP SUMMIT - "Seminário Online Gratuito de Gestão de Riscos, QSMS e Lean Seis Sigma".

Aguardem!