Está em processo de revisão o ISO/IEC Guide 51 - Safety aspects — Guidelines for their inclusion in standards. A versão em vigor é de 1999...
Uma das necessidades do processo de revisão de 2012 é harmonizar o Guia 51 com a ISO 31000 de Gestão de Riscos.
Vejam a seguir o CD - Committee Draft - que está sendo analisado e será votado em fevereiro.
Os leitores do Blog que desejarem encaminhar sugestões e/ou participar das discussões deverão acessar o link: http://linkd.in/RevisaoGuide51.
27 de janeiro de 2012
15 de janeiro de 2012
Diagrama Conceitual de Risco (alinhado à ISO 31000)
Olá amigos,
Para dar mais subsídios aos colegas que estão participando da Enquete sobre os termos 'Risco', 'Oportunidade', 'Ameaça' e 'Perigo' que estamos promovendo no nosso Grupo Sucesso Sustentado e em outros grupos no LinkedIn, aí vão alguns comentários e 'dicas' adicionais:
1) Risco atualmente é definido como sendo o "efeito da incerteza nos objetivos". Há mais 5 notas explicativas nessa definição. Vejam no link: http://bit.ly/definicaoRisco.
2) Nível de Risco é a "magnitude de um risco, expressa em termos da combinação das consequências e de suas probabilidades".
3) Um sinônimo de Consequência é Impacto.
4) Consequências podem ser positivas (ganhos, por ex.) e negativas (perdas, por ex.).
5) A rigor, não existem "Riscos Positivos" e "Riscos Negativos". Normalmente utilizamos esses termos entre aspas, apenas para simplificar frases do tipo "riscos com consequências positivas" e "riscos com consequências negativas". Vejam mais no link: http://bit.ly/RiscoPositivoNegativo.
6) Oportunidades, Ameaças e Perigos são Fontes de Risco, ou ainda: Oportunidade = Fonte de Ganhos; Ameaça = Fonte de Perdas; Perigo = Fonte de Danos.
7) Fonte de Risco é um "elemento que, individualmente ou combinado, tem o potencial intrínseco para dar origem ao risco (Nota: uma fonte de risco pode ser tangível ou intangível)".
8) Lembrem-se sempre da relação: Causa (Fonte de Risco) >> Fato (Evento) >> Efeito (Consequência).
9) Oportunidades, Ameaças e Perigos estão relacionados às Causas.
10) Risco está relacionado à ocorrência (incerteza) do Evento.
Ficaram confusos? Então deem uma olhada nessa figura que utilizamos no nosso Curso de Capacitação em Gestão de Riscos e Auditoria Baseada em Riscos (ISO 31000):
Para dar mais subsídios aos colegas que estão participando da Enquete sobre os termos 'Risco', 'Oportunidade', 'Ameaça' e 'Perigo' que estamos promovendo no nosso Grupo Sucesso Sustentado e em outros grupos no LinkedIn, aí vão alguns comentários e 'dicas' adicionais:
1) Risco atualmente é definido como sendo o "efeito da incerteza nos objetivos". Há mais 5 notas explicativas nessa definição. Vejam no link: http://bit.ly/definicaoRisco.
2) Nível de Risco é a "magnitude de um risco, expressa em termos da combinação das consequências e de suas probabilidades".
3) Um sinônimo de Consequência é Impacto.
4) Consequências podem ser positivas (ganhos, por ex.) e negativas (perdas, por ex.).
5) A rigor, não existem "Riscos Positivos" e "Riscos Negativos". Normalmente utilizamos esses termos entre aspas, apenas para simplificar frases do tipo "riscos com consequências positivas" e "riscos com consequências negativas". Vejam mais no link: http://bit.ly/RiscoPositivoNegativo.
6) Oportunidades, Ameaças e Perigos são Fontes de Risco, ou ainda: Oportunidade = Fonte de Ganhos; Ameaça = Fonte de Perdas; Perigo = Fonte de Danos.
7) Fonte de Risco é um "elemento que, individualmente ou combinado, tem o potencial intrínseco para dar origem ao risco (Nota: uma fonte de risco pode ser tangível ou intangível)".
8) Lembrem-se sempre da relação: Causa (Fonte de Risco) >> Fato (Evento) >> Efeito (Consequência).
9) Oportunidades, Ameaças e Perigos estão relacionados às Causas.
10) Risco está relacionado à ocorrência (incerteza) do Evento.
Ficaram confusos? Então deem uma olhada nessa figura que utilizamos no nosso Curso de Capacitação em Gestão de Riscos e Auditoria Baseada em Riscos (ISO 31000):
13 de janeiro de 2012
Divulgado o relatório GLOBAL RISKS 2012
A vulnerabilidade do mundo a novos riscos de choques
econômicos e turbulência social está enfraquecendo o progresso gerado pela
globalização. É o que mostra o Global
Risks 2012, relatório da Marsh & McLennan Companies, produzido em
parceria com a Swiss Re, Wharton Center for Risk Management e Zurich. O Global Risks 2012, apresentado
ontem em Londres, será debatido no próximo Fórum Econômico Mundial, que
acontece em Davos, de 25 a 29 de janeiro.
De acordo com o
Global Risks 2012, desequilíbrios fiscais crônicos e crescente
disparidade de renda são os riscos de maior probabilidade de ocorrência nos
próximos 10 anos. Tais fatores conjugados também ameaçam o crescimento global e
favorecem o nacionalismo, o populismo e o protecionismo, enquanto o mundo continua
vulnerável a uma crise financeira sistêmica e à escassez de água e alimentos.
Este cenário resulta de uma pesquisa que detectou a opinião de 469
especialistas e líderes setoriais. Em comparação com um ano atrás, o foco das
preocupações se deslocou dos riscos ambientais para os riscos socioeconômicos.
O relatório analisa
três grandes e preocupantes áreas de riscos. O primeiro deles é a crescente
população de jovens com poucas perspectivas, crescente número de aposentados
dependentes de Estados presos ao fardo da dívida (alimentando, por sua vez,
desequilíbrios fiscais) e o abismo cada vez maior entre ricos e pobres são
fatores que geram indignação. Juntas, essas tendências arriscam desfazer o
progresso promovido pela globalização.
Segundo John Drzik,
diretor geral do Oliver Wyman Group (Marsh & McLennan Companies), os
indivíduos são cada vez mais levados a arcar com riscos que, anteriormente,
eram assumidos por governos e empresas para obter uma aposentadoria segura e
acesso a serviços de saúde de qualidade. “Este relatório é um alerta para que
os setores público e privado encontrem maneiras construtivas de reajustar as
expectativas de uma comunidade global cada vez mais ansiosa”, afirma o
executivo.
Outros riscos
evidentes são as políticas públicas. As normas e as instituições do Século XX
não asseguram mais a proteção necessária diante de um mundo mais complexo
e interdependente. As salvaguardas atuais são vulneráveis aos riscos
relacionados às tecnologias emergentes, interdependência financeira,
esgotamento de recursos naturais e mudanças climáticas. “Já vimos exemplos de
regulamentação excessiva, como na reação às erupções vulcânicas na Islândia, ou
regulamentação deficiente, como na crise do subprime ou na crise da zona do
euro. Precisamos restabelecer o equilíbrio com regulamentações adequadas e,
para tal, nossas salvaguardas têm de ser baseadas na ação proativa em vez de
reativa. É igualmente importante que as regulamentações sejam mais flexíveis
para responder com eficácia às mudanças”, diz David Cole, diretor de Riscos da
Swiss Re.
Segundo o
relatório, as “vidas” cotidianas são quase totalmente dependentes de sistemas
on-line conectados, tornando-nos suscetíveis a indivíduos mal intencionados,
instituições e nações que detêm a capacidade de desencadear ataques
cibernéticos devastadores, de maneira anônima e à distância. “A Primavera Árabe
demonstrou o poder dos serviços de comunicação interconectados na construção
das liberdades individuais, mas a mesma tecnologia facilitou os tumultos de
Londres. Governos, sociedades e empresas precisam compreender melhor a
interconectividade dos riscos nas tecnologias da atualidade a fim de podermos
aproveitar, de forma legítima, os benefícios que elas oferecem”, explica o
diretor de riscos de seguros gerais da Zurich, Steve Wilson.
Além disso, as
calamidades naturais nos lembram do poder devastador da natureza e dos limites
da tecnologia, conforme demonstrado pelo Grande Terremoto do Leste do Japão no
ano passado e pela subsequente tragédia na usina nuclear de Fukushima. Em um
capítulo especial sobre as principais lições a serem extraídas da calamidade, o
relatório salienta que as organizações estarão mais bem preparadas para lidar
com grandes choques se tiverem claras linhas de comunicação e se os seus
funcionários, em todos os setores, atuarem com maior autonomia para a tomada de
decisões.
O relatório
descreve 50 riscos globais, agrupando-os nas categorias de riscos econômicos,
ambientais, sociais, geopolíticos e tecnológicos. Em cada categoria, é
selecionado o risco sistêmico mais significativo. O relatório destaca novas
preocupações que demandam mais pesquisas em decorrência das suas consequências
desconhecidas. Estas preocupações, denominadas "Fatores X", incluem
entre outros a ocorrência de invernos vulcânicos, o neotribalismo cibernético e
a epigenética.
De acordo com
Howard Kunreuther, professor da James G. Dinan e de Teoria da Decisão e
Políticas Públicas da Wharton School, Universidade da Pensilvânia, EUA, o
relatório mostra que a governança global está estreitamente entrelaçada com
todos os demais riscos globais. O relatório propõe que sejam repensadas as
responsabilidades públicas e privadas para fomentar maior confiança. Esta é a
base essencial para um diálogo sobre os impactos adversos do pensamento míope e
sobre a importância de se desenvolver estratégias de longo prazo que sejam
factíveis e bem recebidas.
Cada uma das três
áreas de riscos será foco de sessões especiais durante a Reunião Anual de 2012
do Fórum Econômico Mundial, que acontecerá em Davos-Klosters, Suíça, de 25 a 29
de janeiro.
Pergunto: De que forma a ISO 31000 pode ajudar no gerenciamento dos riscos
apontados no Global Risks 2012 ?
Venha discutir o
relatório no nosso grupo: http://linkd.in/SucessoSustentado
!
2 de janeiro de 2012
[Curso] AVALIAÇÃO DE RISCOS - ISO/IEC 31010
Clique na figura para mais informações.
NOVA ISO/IEC 31010:2009 - AVALIAÇÃO DE RISCOS
Seleção de Ferramentas e Técnicas de Risk Assessment
Curso pioneiro e exclusivo do QSP.
Próxima turma: De 23 a 26 de abril de 2012, das 8h30 às 17h30, em São Paulo.
PS: a norma brasileira ABNT NBR ISO/IEC 31010:2012 será lançada em fevereiro ou março, mas já está sendo utilizada no nosso curso.
NOVA ISO/IEC 31010:2009 - AVALIAÇÃO DE RISCOS
Seleção de Ferramentas e Técnicas de Risk Assessment
Curso pioneiro e exclusivo do QSP.
Próxima turma: De 23 a 26 de abril de 2012, das 8h30 às 17h30, em São Paulo.
PS: a norma brasileira ABNT NBR ISO/IEC 31010:2012 será lançada em fevereiro ou março, mas já está sendo utilizada no nosso curso.
26 de dezembro de 2011
Você está interessado numa apresentação em PowerPoint da ISO 31000 de Gestão de Riscos?
A apresentação é bem completa, porém está em inglês. Ela foi preparada pelo Sr. Kevin W. Knight, chairman do comitê internacional que construiu a ISO 31000. Acesse o link e baixe o arquivo por aqui.
16 de dezembro de 2011
Exemplo de abordagem científica para a Gestão de Riscos
Engenharia da Confiabilidade e Avaliação de Riscos
Um dos fatores que repercutem de forma crucial na produtividade das empresas é a Confiabilidade de Sistemas, incluindo métodos de trabalho, equipamentos e instalações. A otimização da produtividade, no que diz respeito à Confiabilidade, requer que se considerem - desde o planejamento estratégico da organização - os riscos inerentes à atividade empresarial.
Mesmo com o advento da ISO 31000, esses e outros conceitos centrais da Gestão de Riscos, que utilizamos ao longo dos últimos 20 e poucos anos, certamente não se modificaram.
Para mostrar aos leitores mais jovens do nosso blog o quanto isso é verdadeiro, ressuscito :-) aqui um artigo "histórico" que escrevi em 1988, publicado na Espanha na Revista "Gerencia de Riesgos", da Fundación MAPFRE.
No artigo, que mostra um dos lados científicos da Gestão de Riscos no contexto da Segurança de Sistemas, são apresentadas as principais técnicas de Análise de Riscos e uma metodologia para a realização de estudos de Confiabilidade, ilustrada por um exemplo prático (e didático) de como podem ser aplicados os parâmetros de Confiabilidade para avaliar riscos e apoiar o processo de tomada de decisões.
Clique aqui para acessar e baixar o artigo (em espanhol).
PS: a grosso modo, Confiabilidade = Qualidade ao longo do tempo (de um sistema, produto, processo, etc.).
Um dos fatores que repercutem de forma crucial na produtividade das empresas é a Confiabilidade de Sistemas, incluindo métodos de trabalho, equipamentos e instalações. A otimização da produtividade, no que diz respeito à Confiabilidade, requer que se considerem - desde o planejamento estratégico da organização - os riscos inerentes à atividade empresarial.
Mesmo com o advento da ISO 31000, esses e outros conceitos centrais da Gestão de Riscos, que utilizamos ao longo dos últimos 20 e poucos anos, certamente não se modificaram.
Para mostrar aos leitores mais jovens do nosso blog o quanto isso é verdadeiro, ressuscito :-) aqui um artigo "histórico" que escrevi em 1988, publicado na Espanha na Revista "Gerencia de Riesgos", da Fundación MAPFRE.
No artigo, que mostra um dos lados científicos da Gestão de Riscos no contexto da Segurança de Sistemas, são apresentadas as principais técnicas de Análise de Riscos e uma metodologia para a realização de estudos de Confiabilidade, ilustrada por um exemplo prático (e didático) de como podem ser aplicados os parâmetros de Confiabilidade para avaliar riscos e apoiar o processo de tomada de decisões.
Clique aqui para acessar e baixar o artigo (em espanhol).
PS: a grosso modo, Confiabilidade = Qualidade ao longo do tempo (de um sistema, produto, processo, etc.).
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