Em junho/2016, criamos o 'Blog do De Cicco' sobre a norma
ISO 31000 e suas aplicações.
Clique aqui para acessá-lo.

7 de janeiro de 2016

Riscos de Compliance: Empresas investem em prevenção para evitar multas e ações judiciais

Para evitar multas milionárias e reduzir gastos com processos trabalhistas, grandes empresas têm investido em programas de prevenção (compliance) que, em alguns casos, incluem grupos de profissionais especializados para atuar nos moldes do Ministério Público do Trabalho. A estratégia, por exemplo, foi adotada pela JBS, uma das maiores indústrias de alimentos do país, que pretende em cinco anos baixar drasticamente seus custos com demandas trabalhistas.

O grupo realiza visitas surpresa às unidades da companhia. É formado por médicos do trabalho, engenheiros e técnicos de segurança, advogados e ergonomistas. Ao todo são 12 profissionais que se dividem em duas equipes para viajar pelo país. Diretor-executivo de Relações Institucionais da JBS, Francisco de Assis e Silva, diz que os profissionais têm o papel de fiscalizar e fazer correções quando houver irregularidade. O reparo deve ser imediato e, quando não for possível, o prazo para adequação é de 30 dias.

A JBS está na lista das dez maiores empresas com processos em Tribunais Regionais do Trabalho (TRTs) de quatro Estados (Rondônia, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul). A lista foi divulgada em maio pelo Conselho Superior da Justiça do Trabalho e trata de ações da primeira e segunda instâncias até dezembro de 2014.

Os programas de compliance, de uma forma geral, passaram a ser adotados pelas empresas para prevenir atos de corrupção dos empregados com a administração pública. A medida está prevista como um atenuante às pesadas multas da Lei Anticorrupção - 12.846, de 2013. A norma está em vigor desde o ano passado e prevê punições que podem chegar a 20% do faturamento bruto da companhia. Esse foi o ponto de partida para muitas companhias ampliarem os programas da legislação anticorrupção para outros segmentos, entre eles a área trabalhista. "A previsão legal é a mesma, mas o compliance trabalhista está muito mais preocupado em criar mecanismos para o ambiente e as relações entre os funcionários", diz o advogado João Roberto Costa, do Viseu Advogados.

Fonte: Valor Online - Por Adriana Aguiar e Joice Bacelo (07/01/2016)

Conheça o serviço LEGIS QSP de Legislação e Compliance, nas áreas de Meio Ambiente, Segurança e Saúde no Trabalho, Responsabilidade Social e Segurança de Alimentos:




4 de janeiro de 2016

A Gestão de Riscos como parte integrante da gestão global de uma organização

O thought paper apresentado abaixo (em inglês) foi produzido pela IFAC - International Federation of Accountants (Federação Internacional de Contabilistas). Nele, a Gestão de Riscos é posicionada como parte indispensável e integrante da tomada de decisões e subsequente execução, a fim de assegurar, ao Conselho de Administração e à Alta Direção das empresas, que a organização toma as melhores decisões e atinge os seus objetivos.

O documento também:
a) demonstra os benefícios de integrar adequadamente a Gestão de Riscos, incluindo os controles internos, à governança, à administração e às operações de uma organização;
b) fornece idéias e sugestões sobre como tal integração pode ser alcançada; e
c) fornece exemplos práticos de como profissionais da área de contabilidade e finanças podem auxiliar suas organizações nessa integração.

Clique na figura abaixo para visualizar o paper no site da IFAC (é preciso se cadastrar):


Mantenha-se informado sobre as inúmeras aplicações da Gestão de Riscos - ISO 31000 e sobre a Certificação Profissional C31000 - "Certified ISO 31000 Risk Management Professional". Preencha este rápido formulário.

31 de dezembro de 2015

Celebre Conosco 2016

Em 2016, o QSP completará 25 anos! Para começarmos com um grande evento de lançamento de nossa plataforma de EAD (educação a distância), estamos estruturando o 1º QSP SUMMIT - "Seminário Online Gratuito de Gestão de Riscos, QSMS e Lean Seis Sigma".

Aguardem!


22 de dezembro de 2015

52 profissionais certificados em Gestão de Riscos no Brasil em 2015 !!

Temos a satisfação de informar que foi atualizada, no site do QSP, a relação de Profissionais Certificados C31000 (Certified ISO 31000 Risk Management Professional) no Brasil.

Encerramos este 1º ano de realização do Exame Nacional - ISO 31000 com 52 profissionais aprovados dentre 123 candidatos.

Acesse o endereço: http://www.qsp.org.br/certif_prof.shtml e conheça os atuais profissionais certificados C31000, que possuem este importante diferencial em seus currículos.

O 5º Exame Nacional será realizado no dia 24 de fevereiro de 2016, das 15 às 17 horas, em São Paulo. Saiba mais: http://www.qsp.org.br/certficado_31000.shtml


2 de dezembro de 2015

Seleção de técnicas para o processo de avaliação de riscos

O processo de avaliação de riscos (risk assessment) pode ser conduzido em vários graus de profundidade e detalhe, utilizando um ou vários métodos que vão do simples ao complexo.

A forma de avaliação e sua saída devem ser compatíveis com os critérios de risco, desenvolvidos como parte do estabelecimento do contexto. O Anexo A da norma ISO/IEC 31010:2009 ilustra a relação conceitual entre as amplas categorias de técnicas para o processo de avaliação de riscos e os fatores presentes numa determinada situação de risco, e fornece exemplos ilustrativos de como as organizações podem selecionar as técnicas apropriadas para esse processo de avaliação para uma situação em particular.

Em termos gerais, é recomendado que tais técnicas apresentem as seguintes características:

• sejam justificáveis e apropriadas à situação ou organização em questão;
• proporcionem resultados de uma forma que amplie o entendimento da natureza do risco e de como ele pode ser tratado;
• sejam capazes de utilizar uma forma que seja rastreável, repetível e verificável.

A ISO/IEC 31010 sugere que sejam dadas as razões para a escolha das técnicas com relação à pertinência e adequação. Ao integrar os resultados de diferentes estudos, as técnicas utilizadas e as saídas devem ser comparáveis.

Uma vez que a decisão tenha sido tomada para realizar um processo de avaliação de riscos e os objetivos e o escopo tenham sido definidos, convém que as técnicas sejam selecionadas com base em fatores aplicáveis, tais como:

os objetivos do estudo. Os objetivos do processo de avaliação de riscos terão uma influência direta sobre as técnicas utilizadas. Por exemplo, se um estudo comparativo entre as diferentes opções está sendo realizado, pode ser aceitável utilizar modelos menos detalhados de consequência para partes do sistema não afetadas pela diferença;
as necessidades dos tomadores de decisão. Em alguns casos, um alto nível de detalhe é necessário para tomar uma boa decisão, em outros um entendimento mais geral é suficiente;
o tipo e a gama de riscos que estão sendo analisados;
a magnitude potencial das consequências. Convém que a decisão sobre a profundidade em que o processo de avaliação de riscos é conduzido reflita a percepção inicial das consequências (embora isso possa ter que ser modificado quando uma avaliação preliminar for concluída);
o grau de conhecimento especializado, recursos humanos e outros recursos necessários. Um método simples e bem feito pode fornecer melhores resultados do que um procedimento mais sofisticado e mal feito, contanto que atenda aos objetivos e ao escopo do processo de avaliação. Normalmente, recomenda-se que o esforço aplicado ao processo de avaliação seja compatível com o nível potencial de risco que está sendo analisado;
a disponibilidade de informações e dados. Algumas técnicas requerem mais informações e dados do que outras;
a necessidade de modificação/atualização do processo de avaliação de riscos. Tal processo pode necessitar ser modificado/atualizado no futuro e algumas técnicas são mais ajustáveis do que outras a esse respeito;
quaisquer requisitos regulatórios e contratuais.

Vários fatores influenciam a seleção de uma técnica para o processo de avaliação de riscos, tais como a disponibilidade de recursos, a natureza e o grau de incerteza nos dados e informações disponíveis, bem como a complexidade da aplicação (ver Tabela A.2 da ISO/IEC 31010).

Fonte: norma ISO/IEC 31010:2009.

EXCLUSIVIDADE Conheça o 1º Curso do Brasil sobre a ISO/IEC 31010, lançado em 2010 pelo QSP. Informações sobre a próxima turma podem ser obtidas por aqui.
POR FALAR EM RISCOS...
Assista a mais esta aventura do nosso amigo NAPO!


4 de novembro de 2015

Riscos e Probabilidades ('Likelihood' x 'Probability')

Escrevi sobre esse assunto em 1985. Nele, abordo a distinção entre probabilidade subjetiva ('likelihood') e probabilidade objetiva ('probability').

A ISO 31000 define Risco e Probabilidade (distinguindo 'likelihood' e 'probability') de forma semelhante ao que foi apresentado no texto abaixo, escrito 30 anos atrás...

Para facilitar a leitura, clique aqui ou no botão superior do visualizador.




28 de outubro de 2015

Servidores da CGDF a um passo da Certificação Internacional C31000 de Gestão de Riscos

A Controladoria-Geral do Distrito Federal - CGDF, por meio da Subsecretaria de Controle Interno, tem como um de seus desafios a modernização das técnicas de auditoria por meio da implantação da auditoria baseada em riscos, com sustentação nas boas práticas de governança corporativa.

Nesse sentido, entre agosto e outubro deste ano, foram capacitados 120 servidores em Gestão de Riscos e 120 servidores no COSO 2013. Além disso, 40 servidores fizeram o Exame para a Certificação Internacional na ISO 31000:2009.

Os cursos foram ministrados pelo QSP, única instituição do Brasil que pode aplicar o Exame para a Certificação C31000 (Certified ISO 31000 Risk Management Professional).

Na foto, Joacir Machado, instrutor certificado como CT31000 - Certified ISO 31000 Lead Trainer, ministrando o curso de Gestão de Riscos para uma das turmas da CGDF.

Servidores da CGDF a um passo da Certificação Internacional ISO